HOSPITAL DE TRANSIÇÃO

RIO DE JANEIRO | NITERÓI | BRASÍLIA

(21) 3557-1222

O Cuidado certo
no momento certo

Cada paciente é único e merece atenção personalizada.
Por isso, oferecemos o cuidado certo no momento certo, unindo excelência clínica, acolhimento e a participação ativa da família em todo o processo de cuidado. Acompanhamos cada etapa da jornada com empatia, segurança e compromisso com a recuperação e o bem-estar.

O Placi é uma etapa intermediária entre a alta do hospital geral e a volta para casa. Oferecemos um ambiente seguro, acolhedor e preparado para garantir a continuidade da recuperação.  Contamos com uma equipe especializada, dedicada a oferecer um cuidado atento e humanizado, acompanhando cada paciente com expertise e sensibilidade. 

Nossa estrutura hospitalar alia conforto, segurança e inovação, promovendo uma experiência de cuidado centrada no que realmente importa: o bem-estar do paciente e a participação ativa da família em todo o processo.

Cuidados Extensivos

Nosso propósito é trazer vida para todos os momentos de vida. Temos como compromisso promover a melhoria da qualidade de vida e a reinserção social e familiar dos nossos pacientes. 

Oferecemos acompanhamento integral e personalizado de reabilitação, readequação e cuidados paliativos, voltados para pacientes com dependência total ou parcial, que apresentam perda ou limitação de autonomia. 

Cuidar é mais

do que tratar

Como um hospital de transição, nossos cuidados são personalizados para atender às necessidades clínicas e funcionais de cada paciente. Uma equipe multidisciplinar realiza uma avaliação detalhada no momento da internação, definindo os serviços mais adequados para contribuir com a recuperação, a melhoria da qualidade de vida, minimizar a dor e promover a reabilitação funcional.  

Reabilitação

Pacientes que têm condição de reabilitação parcial ou total, com retorno às suas atividades com maior autonomia e independência.

Readequação

Pacientes que têm a necessidade de uma adaptação da sua nova condição funcional, visando melhorar a sua qualidade de vida e reinserção social.

Cuidados paliativos

Pacientes terminais oncológicos e não oncológicos. Nosso propósito é cuidar, acolher e aliviar os sinais e sintomas, proporcionando a melhor qualidade de vida possível.

Depoimentos

Tive internada dois meses no hospital após uma cirurgia na coluna e peguei a pior bactéria que tem, a Staphylococcus aureus, igual à da Madona. Tive que ficar dois meses na cama mas lá não tinha fisioterapia. Aí soube do Placi, um hospital de transição entre um hospital e a casa. Aqui no Placi a equipe é de uma delicadeza, eles são muito gentis. É um amor, uma atenção, uma relação de amor, acolhimento, competência, empatia, compaixão. É difícil encontrar isso num hospital ou em qualquer lugar que a gente vá. Aqui fiz eletroesmilumação, tens, para tirar dor,  reabilitação, musculação focada e daqui a uma semana tenho alta.

Claudia Alencar

Placi Barra da Tijuca

A minha mãe tem 84 anos, alzheimer, saiu do hospital com quadro bem grave de diverticulite, quase faleceu e hoje está aqui ao meu lado, bem dentro do quadro dela, depois que foi transferida para o Placi, um hospital de transição. Durante 15 dias ela aprendeu a andar e a interagir com a equipe multidisciplinar como fisioterapeutas, médicos e outros. Muito obrigado, Hospital Placi

Paulo Baía

Placi Botafogo

Fiquei em coma durante 10 dias, vim transferida de um hospital para o Placi Botafogo, cheguei sem coordenação motora com mobilidade comprometida e  com sonda de alimentação. No Placi a sonda foi retirada, fui atendida pela equipe multidisciplinar fantástica, que me acolheu. Hoje falo bem, ando, como normalmente e tomo banho sozinha graças a esta grande equipe.

Ana Leonor

Placi Botafogo

Em outro hospital, eu estava com algumas complicações de pulmão, uma bactéria medicamentosa, não tinha facilidade para andar. Deixo aqui meus parabéns à equipe do Placi. O Placi foi um divisor de águas. Na primeira semana já tive uma melhora significativa graças ao comprometimento e dedicação de todos os profissionais, enfermeiras, auxiliares, médicos e de todos. Só tenho agradecer a Deus e a todos que me acolheram no Placi. Foi atenção, carinho e amor. Vou para casa mais forte em todos os sentidos e, com fé em Deus, estou livre dessa doença para sempre?

Vanderleia Faria Magalhães

Placi Brasília

Só tenho a agradecer a equipe Placi. Papai entrou aqui debilitado e hoje o papai está saindo com o coração na mão e a gente também. O papai foi muito bem tratado, muito bem cuidado, com muito amor, com muito carinho. A equipe Placi fez a diferença. A equipe Placi é uma equipe diferenciada, que só faz o bem para todos. E no final, papai está saindo daqui outra pessoa. É muita gratidão. A gente só tem agradecer.

Marly Ribeiro

Após o final de uma internação em hospital geral foi sugerida para minha mãe estadia em um hospital de transição antes de seu retorno para casa. Tendo como base relatos de amigos, decidimos pelo PLACI de Botafogo, que se mostrou uma excelente escolha. Enfatizamos a forma acolhedora como ela foi recebida, sendo apresentada também para todos nós a apropriada infra-estrutura deste hospital. Minha mãe se sentiu acolhida e bem cuidada e solicitou o retorno para casa apenas para ficar com outro filho que tinha retornado de Portugal. Ela classificou como ótimas a dedicada e carinhosa equipe de profissionais; as instalações do Placi; e as atividades motoras, com destaque para visitas ao solário, fisioterapia e dança. Durante os momentos que precederam a alta recebemos as orientações que eram pertinentes e sugestões do que ainda deveria ser continuado. Gostaríamos de, em nome do Dr. Carlos Chiesa e da Fonoaudióloga Fátima, agradecer a todo corpo social do PLACI.

Volney de M. Câmara

Placi Botafogo

No começo foi muito difícil porque não conseguia ir ao banheiro, o pessoal tinha que me trocar, tudo eu precisava de ajuda. Na primeira vez que levantei da cama, foram oito pessoas para poder me levantar, não tinha movimento nem de tronco. Comecei as fisioterapias dentro da UTI, passados quatro dias fui para semi UTI.  Gostei muito quando cheguei ao Placi porque já  sumiu aquela cara de hospital tão forte que tinha no anterior. Lá eu não conseguia nem ir ao banheiro. Era só na cadeira. No Placi, depois do primeiro dia, já consegui no banheiro sozinho. Só conseguia andar no andador com rodinha. No Placi, comecei a andar com andador normal, sem rodinha. E aí fui melhorando, melhorando, até que evolui o suficiente para poder conseguir embora para casa.

Jonatas Maia Soares

Placi Brasília

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