5 de maio foi o Dia Mundial da Higienização das Mãos. Um cuidado simples, mas que reduz riscos de infecções, evita danos e, literalmente, salva vidas.
Aqui no Placi, isso faz parte do nosso dia a dia. E de forma tão rigorosa que tem o aval da principal entidade certificadora mundial para organizações de saúde, a Joint Commission International (JCI).
Nossas unidades Niterói, Botafogo e Barra já conquistaram o selo ouro da JCI para “Acreditação de Cuidados de Longa Duração”. O Placi Brasília, inaugurado por último, também já opera sob os mesmos protocolos e níveis de exigência.
E essa boa prática compõe uma das metas de segurança do paciente avaliada no processo da JCI.
Campanha interna, compromisso com a segurança do paciente
Para reforçar esse cuidado, durante o mês, promovemos uma campanha interna de conscientização. Uma iniciativa que já percorreu as unidades do Placi no Rio e que será fechada em breve em Brasília.
Foram feitas várias ações educativas e interativas, incluindo orientações práticas, dinâmicas e distribuição de brindes. Este ano, além das equipes, pacientes e acompanhantes também participaram.
Para entender melhor sobre a importância dessa iniciativa, conversamos com Walquíria Santos, enfermeira responsável pela mobilização das equipes.
Comunicação: Qual a principal mensagem da campanha para as equipes?
Walquíria Santos: A principal mensagem foi de que a higienização das mãos salva vidas. Mais do que um protocolo, ela representa cuidado, responsabilidade e compromisso com a segurança do paciente, dos profissionais e de toda a instituição.
Comunicação: Em um hospital de transição, por que a higienização correta das mãos é tão importante?
Walquíria Santos: Em hospitais de transição, muitos pacientes apresentam maior vulnerabilidade clínica, uso de dispositivos invasivos, imunidade comprometida e necessidade de cuidados contínuos. Portanto, essa é uma das medidas mais eficazes para prevenir infecções relacionadas à assistência. Afinal, uma higienização inadequada pode favorecer a transmissão de microrganismos, aumentar riscos de infecção, prolongar o tempo de internação e impactar diretamente a recuperação dessas pessoas.
Comunicação: Como vocês trabalham para que a higienização das mãos seja parte da cultura de cuidado e segurança?
Walquíria Santos: Trabalhamos a conscientização de forma contínua. Por exemplo, por meio de educação permanente, treinamentos práticos, monitoramento de indicadores, feedbacks às equipes e ações que aproximam o profissional do impacto real dessa prática para o paciente.
Comunicação: Como a equipe reage a ações mais interativas como as da campanha interna?
Walquíria Santos: A adesão costuma ser muito positiva. Afinal, as ações interativas tornam o aprendizado mais leve, próximo e participativo, facilitando o engajamento. Além disso, quando os profissionais se sentem envolvidos no processo, a conscientização acontece de forma mais efetiva e se reflete diretamente na adesão às práticas seguras e no fortalecimento da cultura institucional.
