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A atuação da Terapia Ocupacional em um hospital de transição

30/07/19 • Por Taíssa Pimentel, terapeuta ocupacional

1 – Como a Terapia Ocupacional atua e por quê?

A linha de atuação da terapia ocupacional utiliza como base o desempenho ocupacional, que é dividido em três pilares: as áreas de desempenho (atividade de vida diária, trabalho e lazer), os componentes de desempenho (habilidade psicossocial, integração e componentes cognitivos, psicológicos e sensório motor) e os contextos de desempenho (temporal e ambiental). O objetivo final é habilitar ou reabilitar o paciente para desempenhar as funções citadas, tornando-o mais autônomo nas suas atividades cotidianas.

2 – Quais os recursos mais utilizados para dar suporte à atividade com os pacientes?

A Terapia Ocupacional usa diversos recursos para alcançar seus objetivos. Primeiramente, é realizada uma avaliação para analisar o potencial do paciente, suas preferências e queixas e, com base nessa análise, o profissional da área traça uma linha de tratamento. Os recursos mais usados são jogos, música, atividades de encaixe, adaptações, órteses, bolas, texturas, prancha de comunicação alternativa, entre outras possibilidades, de acordo com a necessidade do paciente. Outra ação realizada com frequência é o treino das atividades diárias de vida, no qual recorremos a técnicas que visam facilitar a execução das mesmas depois que os pacientes retornarem para suas casas.

3 – Qual o principal objetivo da Terapia Ocupacional em um hospital de transição como o Placi?

O objetivo principal da Terapia Ocupacional no Placi é tornar os pacientes capazes de participarem de suas ocupações com a maior autonomia possível, após a alta hospitalar.